Estava com saudade de ti, amor.
Precisando de um pouco de carinho.
Fui então à livraria comprar dez livros de poemas de amor.
Para ler junto com vinho.
Na hora de pagar, que decepção.
Não vendiam amor à prestação.
Não pude comprar.
Enfim, você voltou, sem cobrar nada para se amar.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 30 de outubro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
vestígios de você
a saudade
faz carinho no coração
quando olho seus olhos
de fotografia
revelados na melacolia
enfeitando meu quarto
no porta retrato
e aporta meu coração
no teu
eu penso em risos
e pra dentro da memória
deslizo
minha mão
folheia a história
tantas lembranças
de uma vida de andanças
se inquieta e aconchega
em pensamentos que vem e vão
faz carinho no coração
quando olho seus olhos
de fotografia
revelados na melacolia
enfeitando meu quarto
no porta retrato
e aporta meu coração
no teu
eu penso em risos
e pra dentro da memória
deslizo
minha mão
folheia a história
tantas lembranças
de uma vida de andanças
se inquieta e aconchega
em pensamentos que vem e vão
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O céu estava incrivelmente azul. Não era um dia para se morrer. Mas nunca é dia para nada, ainda mais para de morrer. Só que como tudo na vida, aconteceu. Se foi na hora certa ou errada, quem vai saber. Essas horas se entrelaçam a todo momento e a grande questão se transforma no segundo correto ou errado.Só que nós nunca acertamos os segundos, acertamos? É tão difícil.
Não vou dizer como eu me senti, não. Seria bobeira, pois nunca se sente igual e ninguém conseguiria entender. Não vou dizer que chorei três dias seguidos. Não tem porquê mentir. É verdade, eu pensei nas coisas que eu podia ter feito de outro modo. Pensei e passou, como todo pensamento. Faz pouco tempo e agora, nesse segundo, eu não me sinto diferente. Acho que a saudade não vem assim. Ela vem naqueles momentos em que se cai uma gota mínima de alguma lembrança das nuvens da memória. Pode ser que vire temporal ou pode ser só chuva de verão.
Depois da chuva, pode vir mais chuva. E sol também. Pois é, é uma metáfora bem ridícula. Mas quase tudo na vida pode ser bem ridículo se pensarmos bem. E agora eu penso: o céu estava ridiculamente azul. E ainda assim, aconteceu. E passou, passou, vai passar.
Qualquer segundo pode fazer diferença.
Não vou dizer como eu me senti, não. Seria bobeira, pois nunca se sente igual e ninguém conseguiria entender. Não vou dizer que chorei três dias seguidos. Não tem porquê mentir. É verdade, eu pensei nas coisas que eu podia ter feito de outro modo. Pensei e passou, como todo pensamento. Faz pouco tempo e agora, nesse segundo, eu não me sinto diferente. Acho que a saudade não vem assim. Ela vem naqueles momentos em que se cai uma gota mínima de alguma lembrança das nuvens da memória. Pode ser que vire temporal ou pode ser só chuva de verão.
Depois da chuva, pode vir mais chuva. E sol também. Pois é, é uma metáfora bem ridícula. Mas quase tudo na vida pode ser bem ridículo se pensarmos bem. E agora eu penso: o céu estava ridiculamente azul. E ainda assim, aconteceu. E passou, passou, vai passar.
Qualquer segundo pode fazer diferença.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
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